quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Viagem no Tempo de “Interstellar” e de Einstein já era descrita há 5.000 anos atrás.

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Viagem no tempo. É possível? Esta ideia tanto tem sido uma das motivações para estórias surpreendentes da ficção científica quanto tem intrigado físicos. Ultrapassar os limites do Tempo parecer ser até mais desafiador do que superar os limites do Espaço ( e possivelmente ambos estão conectados). Nascimento, velhice e morte. Parece que nossa consciência almeja por libertar-se destas barreiras. Há algo que nos diz que há um fator dentro de nós que aspira por superar os limites temporais. Talvez este desejo interno seja um dos motivos pela busca da imortalidade, seja através de especulações e tentativas de caráter científico/materialista, seja através da transcendência da consciência, própria da poesia, das religiões e do misticismo.
O último filme do diretor Christopher Nolan, “Interstellar“, tem o Tempo como um dos temas principais. Apesar do filme ser quase um tributo aos poderes do homem e da ciência (em oposição a outra corrente da ficção científica que crítica a sujeição da homem perante à tecnologia/ciência) e não representar a melhor realização de Nolan ( que teve o seu canto de cisne em “O Grande Truque”), a obra apresenta um aspecto interessante que faz parte do mundo da ciência moderna, da ficção científica e dos mitos antigos da humanidade: Viagem no Tempo. Este tema faz parte da tradição sci-fi. Para citar alguns: a franquia “Exterminador do Futuro”, “Planeta dos Macacos” , ” De Volta ao Futuro”, “Efeito Borboleta” e “X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido” e “Dragon Ball Z”. O conto de ficção científica do século 19 do autor H.G Wells, “Máquina do Tempo”, pode ser considerado uma das obras axiais do gênero. Nela, o protagonista realiza viagens de milhares de anos  no futuro.
No entanto, viajar no tempo, especialmente para o futuro, não é algo que apenas faz parte da obras pop e das teorias da física moderna. Viagens no tempo ( com alto grau de detalhes) já eram descritas nas estórias antigas, especialmente nas narrativas dos Vedas ( as escrituras milenares da Índia Antiga). A seguir analisaremos o conceito de  “Dilatação de Tempo” da teoria da relatividade de Einstein com aspectos do filme Interstellar e com as narrativas antigas celtas, chinesas, japonesas e védicas (referente aos Vedas da Índia Antiga).

Dilatação do Tempo e “Interstellar“: 23 anos em 3 horas

Um dos aspectos mais interessantes do filme “Insterstellar” é a forma como é mostrada o conceito de “Dilação de Tempo”. Os protagonistas decidem visitar o planeta Miller, próximo a um buraco negro chamado Gargantua. Esta proximidade com a gravidade intensa do buraco negro, faz com que o planeta tenha uma diferença de tempo muito grande: cada hora neste planeta equivale a 7 anos para as pessoas que estão fora dele. Os protagonistas astronautas acabam passando 3 horas no planeta, que é composto de água e ondas colossais, e quando conseguem deixar o planeta e voltar para a base espacial, reencontram lá o colega astronauta Romilly, 23 anos mais velho. Para eles foram 3 horas, para Romilly foram 23 anos.
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De acordo com a Teoria da Relatividade de Einstein e com verificações empíricas na ciência física, isto realmente é possível. O tempo, diverso do conceito de Newton como algo absoluto, é diferente em diversas partes do universo, uma das razões seria a gravidade. Um astronauta que passasse muito tempo no espaço, com menor força da gravidade, envelheceria mais rápido em relação às pessoas na Terra, onde a gravidade é maior.
Outro exemplo, vamos supor que de algum modo astronautas conseguissem chegar a uma planeta em que a gravidade fosse o dobro da Terra. Enquanto eles vivessem nesse planeta, com maior gravidade, envelheceriam mais devagar em relação às pessoas que vivem na terra. Ou seja, a quantidade de gravidade de um planeta determina a diferença de como transcorre o tempo em relação a um outro planeta de gravidade diferente.
No entanto, o tempo “correria” de forma comum tanto para as pessoas da Terra quanto para os astronautas em um planeta com o dobro da gravidade da Terra.   Elas não perceberiam mudanças no tempo a não ser que se encontrassem depois, constatando que os astronautas envelheceram menos e os terráqueos mais. Portanto  o tempo só passaria mais devagar para os astronautas, habitando um planeta com maior gravidade, em relação ao tempo das pessoas da Terra, com menor gravidade. Nenhum dos habitantes dos dois planetas perceberiam as diferenças no dia a dia em seus respectivos planetas. A diferença de idade, e como o tempo foi diferente em cada um dos planetas, seria percebida apenas se encontrassem um ao outro
O anime Dragon Ball Z apresenta um exemplo disso na Câmara Hiperbólica do Tempo. Um dia dentro desta Câmara equivale a um ano fora dela.
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Este conceito é demonstrado de forma clara no episódio do Planeta Miller em “Interstellar”. No entanto, tal conceito não faz parte apenas da teoria da relatividade de Einstein e das verificações da física moderna. Ele já existia nas narrativas antigas de outros povos e as semelhanças são impressionantes.

“Dilatação do Tempo” nos Vedas ( As escrituras da Índia Antiga): Milhares de anos em um segundo.

Os Vedas são as escrituras mais antigas da humanidade. Também estão entre as mais sofisticadas. Estes imensos textos da Índia Antiga são a base de todas as linhas religiosas e filosóficas do que por convenção se chama de Hinduísmo. O legado do conhecimento védico para a humanidade é imensurável. Desde a trigonometria até as artes marciais orientais, praticamente quase tudo o que existe no campo do conhecimento humano parece ter se originado ( ou ter tido uma grande influência) da Índia. Não por acaso, que desde a Antiguidade, a Índia representava a terra prometida, o lugar da riqueza e do conhecimento.  O Sânscrito por exemplo, a língua em que se está escrito os Vedas, é conhecido pelas suas refinadas regras gramaticais. O alfabeto Devanagari ( “A escrita dos Deuses”) é um exemplo. Enquanto o alfabeto grego e latim antigo não possuem uma ordem lógica, o alfabeto do sânscrito é científico. Estudar ele, a ordem das letras, por si só já é uma aula de linguística.
No campo da espiritualidade e da filosofia, os Vedas estão entre os textos mais influentes e estudados. O Bhagavad-Gita ( “A Poesia do Ser Supremo”) por exemplo era estudado por figuras diversas, inclusive cientistas: J. Robert Oppenheimer ( famoso e influente físico que se tornou infame pela construção da bomba atômica), Herman Hesse, Sunita Williams ( destacada astronauta) , Carl Jung, Gandhi, Aldous Huxley, para citar alguns.
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Esta riqueza intelectual dos Vedas também está na cosmologia e na forma como eles compreendiam o Tempo. Suas escalas temporais vão desde o tempo que o sol leva para percorrer um átomo ( relógio atômico) até o tempo de duração de todo o universo. A ideia de “Dilatação de Tempo” de Einstein mostrado no filme Interstellar também faz parte do universo dos Vedas. Estas escrituras apresentam informações elaboradas das diferenças temporais de diferentes galáxias e sistemas planetários.  De acordo com estes textos milenares ( escritos há 5.000 anos atrás) planetas e sistemas planetários ( chamados de “lokas”) da porção superior do universo ( de acordo com a cosmologia védica o universo é fundamentalmente divido em três partes: inferior, média e superior. Este esquema tem forte semelhança com a cosmologia nórdica, grega e judaica) teriam uma forte Dilatação de Tempo em relação ao tempo terreste. Por exemplo, no primeiro planeta do universo, chamado de Brahmaloka, a Dilatação de Tempo seria imensa. Neste lugar cada segundo equivaleria a 98.630 anos terrestres.
A escala colossal de como os Vedas lidam com a relação tempo/universo pode ser verificada também na seguinte informação encontrada nestas escrituras: A duração de todo o universo seria de 311 trilhões e 40 bilhões de anos. Nenhuma cultura antiga pensava em números tão altos. A única que chega perto eram os Maias. Quando os europeus das navegações entraram em contato com estas duas culturas, o conceito de um universo tão antigo, utilizando números na casa dos bilhões, certamente influenciou uma nova visão do cosmos por parte da Europa.
Carl Sagan disse certa vez
” A Religião da Índia é a única fé do mundo que possui uma concepção de Cosmos que passa por um imenso, infinito, números de mortes e renascimentos. É a única religião na qual as escalas de tempo correspondem com a da cosmologia científica moderna. “
O conceito de múltiplos universos também está presente na cosmologia védica.
O Conceito de Dilatação de Tempo é detalhadamente explicado nos Vedas ( Como o Bhagavad-Gita) e há muitos casos semelhantes ao episódio do Planeta Miller do filme Interstellar. Só que de maneiras muito mais extremas, porque segundo os Vedas conforme se avança nos sistemas planetários superiores a Dilatação de Tempo aumenta.
Como diz o pesquisador e cientista Richard L. Thompson
“A literatura védica aponta a existência de uma hierarquia de sistemas planetários, os quais também podemos considerar como mundos paralelos. O sistema mais elevado é Brahmaloka, o planeta de Brahmã, onde se manifesta o grau mais elevado de dilatação do tempo em relação à Terra. Em outros sistemas planetários, os intermediários, manifestam-se graus  intermediários de dilatação de tempo.”

Dilatação do Tempo nas lendas  da Europa: Irlanda, Escócia e Alemanha: trezentos anos em três anos.

Há um conceito de Dilatação de Tempo peculiar na  estória celta de Ossian.
A narrativa envolve uma princesa Sidhe (uma espécie de raça de fada/elfo que habita um mundo invisível para a maioria dos humanos, um mundo paralelo) que seduziu um humano, Ossian, a vir para o seu mundo Tir na nog ( “A Terra da Juventude”, um dos nomes dessa realidade paralela), onde ele se casou e viveu lá pelo o que pareceu ser três anos para ele. Finalmente porém ele sentiu um desejo irresistível de voltar para o mundo natal, a Irlanda. Partiu montado no mesmo cavalo mágico, com capacidade de viajar sob o mar, que o levara ao outro mundo, e a sua esposa fada preveniu-o de que não pusesse os pés em terra firme.
Ao chegar à Irlanda, ele soube da morte de todos os seus antigos companheiros e de todas as mudanças por que passara o país. Só então se deu conta do longo tempo que estivera afastado dali. Haviam se passado trezentos anos. Enquanto para Ossian, foram apenas três anos vivendo na realidade paralela de Tir na nog, na Terra haviam se passado trezentos anos.
Outra lenda irlandesa que envolve Dilatação de Tempo é a “Viagem de Bran”  ( Immram Brain- Maic Febail) do ano 700 depois de Cristo:
Em um certo dia enquanto Bran caminha, ouve uma música esplendorosa que o faz dormir. Ao acordar vê uma mulher do Outro Mundo (uma realidade paralela) que o convida para visitar esta outra dimensão, onde não há doença, sempre é verão, e não há falta de água e alimento. Bran reúne um grupo de marinheiros e decide cruzar o mar, seguindo as instruções da mulher fantástica.  No meio da viagem ele encontra o Deus do Mar celta Manannán, em uma carruagem sob o mar, que afirma que enquanto Bran pensa que está velejando sob o o oceano, para Manannán o lugar é um campo florido, sugerindo dimensões paralelas. Ele também releva que há muitas carruagens no local, mas que elas parecem invisíveis para Bran.
Ao continuar sua viagem o protagonista chega a uma terra mágica, a Terra das Mulheres e lá cada marinheiro enamora-se com uma fada assim como Bran com a líder delas. Eles permanecem lá por um ano até um dos marinheiros sentir muita saudade de casa. A líder das mulheres fica relutante em deixá-los ir e os avisa para não pisar em solo quando chegaram na Irlanda.
Bran e seus companheiros viajam de volta para a Irlanda. As pessoas ao ver o barco se aglomeram nas praias para o encontrá-lo, mas não reconhecem seu nome a não ser nas lendas locais. Para Bran apenas um ano tinha se passado no Outro Mundo, mas centenas de anos haviam se passado na Terra.
Um dos marinheiros pula do barco e pisa em terra firme. Imediatamente ele se torna cinzas.
As Órcades , um arquipélago localizado ao Norte da Escócia, possuem uma lenda que também lida com Dilatação de Tempo ligada ao Círculo de Brodgaré, uma misteriosa formação circular de pedras parecida com o Stonehenge. A lenda diz que um violinista bêbado estava voltando para casa quando ouviu música vindo de uma colina perto do local. Ele encontra um grupo de Trolls fazendo uma festa. Ele fica lá e toca por duas horas, então ao voltar para casa descobre que 50 anos se passaram.
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Outras lendas europeias como a Irlandesa “Viagem de Mael Duin” e a alemã “Herla” também lidam com o tema de Dilatação Temporal, onde mortais visitam uma dimensão paralela e lá ficam por alguns dias. Quando retornam a Terra, centenas de anos se passaram.

Dilatação de Tempo nos Mitos Chineses e Japoneses

Na China, o autor e erudito taoísta Tu Kuang-t´ing , que viveu 850 a 933 depois de Cristo,  escreveu um livro que descreve mundos paralelos, dez “paraísos subterrâneos” e 35 “pequenos paraísos subterrâneos”, que teriam existido debaixo das montanhas chinesas. Eis o relato das experiências vividas por um homem ao transpor uma passagem que levava a um destes paraísos subterrâneos:
“Após caminhar vinte quilômetros, ele se viu subitamente numa bela região ‘ com um límpido céu azul, brilhantes nuvens róseas, flores exuberantes, salgueiros enormes , torres da cor do cinabre, pavilhões de jade vermelho e amplos palácios’. Foi recebido por um grupo de mulheres amáveis e sedutoras, que o trouxeram para uma casa de jaspe e tocaram belas melodias enquanto ele tomava ‘uma bebida vermelha como o rubi e um suco cor de jade’. Tão logo sentiu o impulso de se deixar seduzir, lembrou-se de sua família e voltou para a passagem. Conduzido por uma luz estranha a dançar em sua frente, caminhou de volta, pela caverna até o mundo exterior; mas, chegando em casa, encontrou seus próprios descendentes de nove gerações posteriores à sua. Segundo lhe contaram, um de seus ancestrais desaparecera numa caverna trezentos anos antes e jamais fora visto de novo.”
Há uma outra lenda chinesa chamada Lan Ke ( “o cabo estragado do machado”) ou Ranka, datada de 300 anos depois de Cristo, que também mostra uma viagem a uma dimensão diferente e um efeito de dilatação do tempo. Diz a tradição que o acontecimento ocorreu em uma montanha considerada sagrada, que seria um dos lares dos Imortais da misticismo taoísta. Esta Montanha possui no topo uma formação natural de pedras na forma de uma ponte. Uma caverna localiza-se debaixo da ponte, e lá é onde a tradição diz que ocorreu o incidente. A lenda tem alguns detalhes diferentes nos diversos manuscritos que foi gravada, mas a essência é a mesma.
A estória  é sobre um viajante em um cavalo, portando um machado, que entra cada vez mais em uma floresta. De repente, ele vê dois idosos estranhos jogando Go ( uma espécie de xadrez chinês). Em outra versão ele encontra quatro jovens cantando uma música celestial. Estes seres, os dois idosos ou ou quatro jovens, oferecem um alimento místico ao viajante, que ao comer perde totalmente a fome e a sede. Após uma ou duas horas assistindo o espetáculo, ele decide retornar para o cavalo e encontra apenas o esqueleto deste.  Também percebe que o cabo do seu machado apodreceu. Ao retornar para casa descobre que décadas se passaram, sua família não existe mais e ninguém mais lembra do seu nome.
No Japão, há a famosa lenda de Urashima Tarō do ano 700 depois de Cristo. Ela mostra Dilatação de Tempo e é sobre um pescador que resgata uma tartaruga e é recompensado com uma visita ao palácio do Deus Dragão, que fica debaixo do oceano. Ele fica lá por três dias e quando retorna percebe que na Terra passaram-se trezentos anos. A lenda é tão influente que serviu de inspiração para  animes como Dragon Ball, Yuyu-Hakusho e Cowboy Bebop.  A força da estória é tamanha que há uma  capela milenar em Kyoto, construída pelo Imperador Junna, governante da época, em homenagem ao ocorrido.
A estória é a seguinte:
Um dia um jovem pescador chamado Urashima Taro estava pescando quando ele vê um grupo de crianças torturando uma pequena tartaruga. Taro a salva e a deixa retornar para o mar. No próximo dia, um tartaruga enorme se aproxima dele e conta que a pequena tartaruga que ele salvou é a filha do Imperador do Mar, Ryujin, que quer vê-lo e agradecê-lo. A tartaruga mágica dá guelras a Taro e o leva para o fundo do mar, para o Palácio do Deus Dragão. Lá ele se encontra com o Imperador e a pequena tartaruga, que na verdade é uma amável princesa chamada Otohime.   Taro permanece com Otohime por três dias, mas logo decide retornar para sua vila e ver a sua mãe idosa e pede permissão para partir. A princesa diz que lamenta vê-lo ir embora, mas deseja o melhor para Taro e lhe dá uma misteriosa caixa chamada Tamatebako na qual o irá proteger de qualquer mal, mas que ele nunca deve abri-la. Taro segura a caixa e monta em cima da mesma tartaruga que o trouxe para aquele mundo, e logo está de volta à beira da praia.
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Quando ele retorna para casa, tudo mudou. Sua casa se foi, sua mãe desapareceu e as pessoas que ele conhecia não são encontradas.  Ele pergunta se alguém conhece o nome Urashima Taro. Algumas pessoas respondem que ouviram falar de alguém com o mesmo nome que sumiu no mar há muito tempo atrás. Ele descobre que 300 anos se passaram desde o dia que ele partiu para o mundo paralelo do Palácio do Rei Dragão, no fundo do mar. Tomado pelo pesar, ele distraidamente abre a caixa que a princesa havia lhe dado. Uma fumaça branca surge e de repente ele envelhece, com uma barba branca, longa e branca e com corcunda nas costas. Advinda do mar, ele escutar a voz suave da princesa: ” eu lhe disse para não abrir a caixa. Nela estava a sua velhice”

Conclusão
O Conceito de “Dilatação do Tempo” de Einstein, mostrada no filme “Interstellar”  já era descrito  a 5.000 anos atrás nas escrituras da Índia Antiga ( os Vedas). As descrições destes textos mostram com rigor matemático as diferentes Dilatações de Tempo encontradas nos diferentes sistemas planetários da astronomia indiana.
Tal efeito também ocorre nos mitos europeus, particularmente os Celtas, assim como em mitos chineses e na lenda japonesa de Taro. Muitas vezes a viagem para estes outros planetas, dimensões e mundos paralelos não se dá por naves espaciais ( apesar que naves intergaláticas são descritas nos Vedas, são os chamados Vimanas) mas por uma espécie de Buracos de Minhoca ( wormholes) que transportam o viajante de uma dimensão para outra.
“Eu sou o tempo, destruidor dos mundos”
Bhagavad-Gita (11-32)
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Maquina do tempo caseira... já viu essa fotos?

Desenho de plantas da maquina do tempo caseira


 
 
 
 
 
 
 
depois de analisar os desenhos você poderá perceber que as fotos não saíram boas por isso vou colocar imagens do que representa esses desenhos:
Instruções: A montagem é bastante simples primeiro precisa de arrumar um lugar vazio uma sala depois a pregar na parede o papel alumínio e furar a parede  mesmo no meio do papel alumínio  coloque a pilha metade da parte negativa da pilha tem que ficar fora do buraco e a outra metade a parte positiva para dentro, depois coloque o ventilador a 1 metro de distância e entre o ventilador e a parede coloque o som na posição horizontal, abaixo do papel alumínio coloque o taburete encostado na parede e em cima dele o esqueiro aceso, agora a argila ou barro coloque ao redor da pilha estar pronto.
obs: o esqueiro tem que estar em uma altura em que a pilha esteja sendo afetada pelo fogo.
 Agora só precisa fazer tudo funcionar ligue o ventilador, acenda o esqueiro, ligue o som coloque uma musica agitada e espere tudo funcionar...
APÓS CERTO TEMPO A PILHA VAI EXPLODIR QUE VAI PROVOCAR UMA REAÇÃO NO SOM NO AR NA TERRA E NO PRÓPRIO FOGO IRÁ FUNDIR TODOS
  A fusão provocará a distorção do tempo abrindo uma fenda no espaço por ela você poderá passar só não é garantido que você volte e não se sabe para aonde vai, pois cada lugar que você fizer essa experiência te levará para um universo ou tempo diferente.

Essa teoria eu achei anotada em uma papel dentro de um livro velho na biblioteca da escola o livro se chamava: viajando por fendas.
fonte: original do http://misteriosinexplicaveissobreotempo.blogspot.com.br/

Top 10 (As Ferramentas mais criativas para se viajar no tempo)


E neste fim de semana chega aos cinemas o surpreendente Questão de Tempo, comédia-romântica com toques de sci-fi que é um dos melhores filmes do ano. Dirigido por Richard Curtis (Simplesmente Amor), provavelmente o seu último trabalho, o longa narra a história de um jovem desajeitado (Domhnall Gleeson), que ao completar 18 anos descobre ter o poder de viajar no tempo. Para isso, bastava ele entrar em um lugar escuro (um armário, um closet, um banheiro) e pensar no momento que gostaria de reviver. Com esse surpreendente dom, o jovem decide partir atrás de um grande amor, mas acaba descobrindo que essas possibilidades podem trazer uma série de problemas. Em cima desse argumento, o tema viagem no tempo ganha mais uma abordagem interessante nos cinemas. Neste Top 10, no entanto, não vou reunir os melhores filmes dentro deste sub-gênero. Nem tão pouco os mais divertidos. Mas sim, as mais inusitadas e criativas formas de se viajar no tempo utilizadas pela sétima arte. E começamos com...

10º Auto-hipnose - Em Algum Lugar do Passado (1980)


"Imagine se uma sessão de auto-hipinose pudesse fazer você voltar ao passado. Essa é a ferramenta utilizada por Christopher Reeve em Em Algum Lugar do passado, romance dirigido por Jeannot Szwarc. Na trama, Richard Collier (Christopher Reeve), conhece uma idosa que lhe entrega um relógio de bolso, seguido da enigmática e desconexa mensagem "volte para mim". Anos depois e desejando espairecer, viaja para um hotel grandioso e antigo, no qual vê a foto da atriz Elise Mckenna (Jane Seymour), por quem apaixona-se perdidamente. No entanto, a fotografia é do ano de 1912, e o jovem decide então voltar ao passado para encontrá-la. E ele consegue."

9º Punxsutawney - Feitiço do Tempo (1993)


"O que seria um Punxsutawney? Uma flor indígena? Uma árvore? Um animal selvagem? Nada disso, Punxsutawney é uma carismática cidade do interior que funciona como uma máquina do tempo para o repórter frustrado Phill Conors (Bill Murray). Na verdade, Conors foi escalado - a contra-gosto - para cobrir o Dia da Marmota, um festival realizado nessa pequena cidade de nome complicado. Incomodado com a banalidade do evento, o repórter só pensa em voltar para a sua cidade. Tudo muda, no entanto, quando num passe de mágica, Phil Connors acaba sofrendo uma espécie de "feitiço do tempo" e passa a viver o mesmo dia, por várias vezes. Apesar do longa não especificar os motivos e as ferramentas para essa viagem no tempo, eu não tenho dúvidas em afirmar que a pacata Punxsutawney é a máquina do tempo usada por Bill Murray no ótimo Feitiço do Tempo."

8º Diários e fotos - Efeito Borboleta (2004)




"Imagine você ter a possibilidade de alterar qualquer episódio de sua vida. E se isso fosse possível simplesmente ao ler uma passagem de sua vida em um diário. Ou ao ver uma foto marcante. Esta é a simples ferramenta de viagem no tempo de Efeito Borboleta, um dos melhores longas dentro do gênero. Dirigido por Eric Bress e J. Mackye Gruber, o longa narra a história de um jovem (Ashton Kutscher) que resolve alterar o seu passado seguidamente para conquistar o amor de uma garota (Amy Smart). Cada vez que ele volta no tempo, no entanto, a realidade é sempre alterada, o que acaba proporcionando grandes reviravoltas em suas vidas. Um baita filme, que fez muito sucesso na época de lançamento, mas acabou rendendo péssimas sequências."

7º Rádio-amador - Alta Frequência (2000)



"E a nossa sétima mais criativa ferramenta de viagem no tempo é, pasmem vocês, um simples rádio-amador. Daqueles de longo alcance, e bota longo nisso. Na trama, um jovem policial vivido por Jim Caviezel decide reabrir um caso não concluído envolvendo uma série de assassinatos de enfermeiras. Em meio a isso, ele começa a se conectar com um bombeiro, através deste rádio. O que ele não sabe é que esse bombeiro era o seu finado pai, morto durante um incêndio. Desconfiado, o jovem policial não acreditava nas semelhanças. Dessa relação, porém, acaba nascendo uma série de novas possibilidades, incluindo a volta de um velho assassino. Um subestimado filme sobre viagem no tempo, que apresenta uma criativa forma para a comunicação entre presente e passado."

6º Carruagem - Meia Noite em Paris (2011)


"Normalmente as viagens no tempo estão sempre associadas a equipamentos avançados. As tais máquinas do tempo. Normalmente, eu disse. Porque em Meia Noite em Paris essa viagem é feita através de uma carruagem. Isso mesmo, uma velha e estilosa carruagem. Na brilhante trama, Owen Wilson vive um homem prestes a se casar, que embarca para Paris. Ao lado da noiva, e da família dela, ele parece reticente com relação ao casamento. Numa dessas investidas pelas ruas parisienses, o jovem acaba se deparando com uma carruagem, que o leva para o passado, colocando em contato com grandes nomes do cenário artístico mundial. Um dos grandes filmes de 2011, Meia Noite em Paris é um dos melhores trabalhos recentes de Woody Allen e, ainda por cima, brinca muito bem com as viagens no tempo."

5º Controle Universal - Click (2006)

"Nunca o nome controle remoto universal foi tão bem utilizado. Imagine você, um controle remoto que pudesse alterar a sua vida. Voltar ou adiantar o tempo, pausar algum momento inesquecível, e até mesmo retroceder em sua história para alterar algum fato vivido. Essa é a premissa básica de Click, uma subestimada comédia estrelada por Adam Sandler, que apresenta uma das mais criativas ferramentas de viagem no tempo. "

4º Uma Jacuzzi - A Ressaca (2010)


"Impressionante a criatividade destes diretores hollywoodianos. Como já sabemos, e temos também acompanhado aqui neste excêntrico post, são inúmeras as formas de viagem no tempo já concebidas dentro da sétima arte. Uma das mais irônicas, no entanto, é a apresentada no pouco expressivo A Ressaca. Uma Jacuzzi, isso mesmo, uma banheira de hidromassagem. Pior, impulsionada por uma dose de Red Bull. Neste irônico filme dirigido por Steve Pink (Alta Fidelidade), um grupo de quatro amigos decide dar um tempo em seus relacionamentos para curtirem um fim de semana no interior. Após muita bebedeira, o quarteto acaba viajando no tempo através de uma banheira e voltam a década de 1980. Excêntrico, só essa palavra pode resumir esse filme, e a sua surtada viagem no tempo através das roupas coloridas e do glam rock da década de 1980. E prepare-se, já temos uma continuação a caminho..."

3º Uma Cabine telefônica\máquina do tempo - Bill e Ted (1989)


"É meus amigos, entre as máquinas do tempo já utilizadas no cinema, uma das mais criativas é a cabine telefônica de Bill e Ted: Uma Aventura Fantástica. Mas não uma simples cabine, pelo contrário, uma máquina futurista que acabou sendo responsável por salvar o futuro de Ted. Filme que revelou o astro Keanu Reves, Bill e Ted é extremamente divertido, principalmente por colocar os dois adolescentes fãs de rock diante de grandes personalidades da história, como Joana D"Arc, Napoleão Bonaparte e Sócrates. Um filme leve e divertido, que acabou impulsionando a carreira de Reeves. "

2º DeLorean -  De Volta para o Futuro (1985)


"E um dos melhores filmes sobre viagem no tempo não poderia deixar de ter uma das mais criativas engenhocas. Desenvolvida pelo cientista Dr Emmet Brown (Christopher Loyd), o carro Delorean DMC-12 acaba virando uma poderosa máquina do tempo, capaz de levar o jovem Marty McFly (Michael J. Fox) para o passado. Sem dúvidas um dos grandes filmes do gênero, que acabou consagrando as viagens no tempo e se tornou um marco dentro do cinema de aventura. Belo trabalho do diretor Robert Zemeckis, que ao longo de sua carreira nos brindou com outras grandes realizações, incluindo Uma Cilada para Roger Rabitt, Forrest Gump, A Morte lhe Cai bem, Naufrago e mais recentemente, O Voo. "

1º Mudar a rotação da Terra - Superman (1978)


"Não tenho dúvidas em dizer que se você acredita na possibilidade de voltar no tempo, essa será a alternativa mais remota para se ter êxito. Só mesmo o Homem de Aço poderia proporcionar isso. Numa das mais incríveis cenas já realizadas no cinema, para salvar sua amada Lois Lane o clássico Superman (Christopher Reeve) decide mudar a rotação do planeta terra. Simples assim. Seguindo a lógica dos produtores, com o planeta terra rodado ao contrário, o tempo também volta, e o Homem de Aço salva a mocinha mais uma vez e depois trata de colocar a Terra em sua rotação natural. Coisas que só um super homem pode fazer."

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Minha experiência inesquessível

Aproximadamente aos meus 7 anos de idade eu andava pelas ruas de minha cidade chamada Caicó, de repente me deparei com um jovem alto moreno forte e o que me deixou assustado é o fato dele ser identico a eu.
O jovem parecia assustado também, porém veio falar comigo disse que se chamava Jeferson e que não era para ele estar ali, fiquei surpreso porque o nome dele era igual ao meu, e ele não deixou que eu falasse uma palavra logo se despediu e me chamou de pai, meio atrapalhando tentou disfarça e correu para bem longe eu fiquei sem reação então corri atraz dele e vi entrar em uma porta triangular no chão, logo quando fechou a porta virou terra apenas um desenho na terra...
Estou publicando essa experiência com o intuito de que alguém possa me ajudar a entender e porque essa memória eu tinha esquecido e só lembrei hoje no dia 8 de fevereiro de 2016 as 23:00.

TOP 10 (Os melhores filmes de viagem no tempo)

Para os amantes fanáticos ou admiradores da viagem no tempo, vocês precisam imediatamente conhecerem certos filmes que se baseiam na experiência temporal, portanto citarei alguns filmes que irá desperta em você a vontade de viajar no tempo, nas fendas ou até mesmo em universos paralelos...
estão prontos então ai vai o top 10 os melhores e mais fascinantes filmes de viagem no tempo:


1: FENDA NO TEMPO


 Filme transordinário se você não assistiu a assista porque é muito bom, a mensagem que esse filme traz é sobre o universo paralelo e também fala um pouco sobre o destino a escolha e como todo filme de ficção não pode faltar um romance que acaba não dando certo, porém o filme é excelente muito bem baseado e produzido. 
Deixarei um link caso você queira assistir:https://www.youtube.com/watch?v=L7EHKXD70kY



2:PREDESTINADO 

Esse filme são para apenas os que gostam de pensar cheio de surpresa, romance só uma dica para você que for assistir preste bastante atenção para que você possa entender a história porque ela é a melhor parte do filme.
OBS: recomendo

3;O cavaleiro do tempo de 1981
Filme excelente não muito tecnológico mais mostra a realidade e a ganância e tem um bom romance... criticas: O final faltou suspense e a história não é entendida fácil, porém é muito divertido o fato de um simples piloto de motocross ser mandado para outra época e durante todo o filme ele não se toca que estar em outro tempo.

4:Camisa de Força, de John Maybury

“Um grupo de amigos sofre um acidente em alto mar e tentam encontrar abrigo num navio que parece abandonado. Uma das pessoas do grupo começa a sentir como se aquilo tudo fosse familiar, enquanto passa a fugir de um assassino mascarado.
Essa é a premissa básica de Triângulo do Medo (obra que entrou no nosso ranking de Melhores Filmes de Terror dos Anos 2000, e que será publicado como parte das nossas comemorações de 8 anos no ano que vem), que trabalha com o conceito de realidades alternativas, deja-vu e viagem no tempo de uma maneira inteligente e surpreendente.” (Tullio Dias)
5: O planeta dos macacos 
Baseado no romance do francês Pierre Boulle, O Planeta dos Macacos chegou às telonas em 1968, foi dirigido por Franklin J. Schaffner e estrelado por Charlton Heston. Um dos grandes nomes da ficção científica, o filme apresentou ao mundo uma história repleta de curvas e surpresas, que se revela de verdade apenas nas últimas cenas. As próximas frases conterão spoiler (se é que isso é o possível para um filme lançado há quase 50 anos): na obra, um grupo de astronautas viaja pelo espaço e acredita ter chegado a um planeta semelhante à Terra, só que dominado por macacos. A surpresa vem no final, quando o único sobrevivente do grupo descobre ter viajado não para outro mundo, mas sim para o futuro. O filme causou grande impacto na cultura pop, sendo muito bem recebido por crítica e público, e sempre referenciado como uma das principais obras de ficção científica de Hollywood. Ele deu origem a uma série cinematográfica prolífica que atualmente conta com mais sete filmes lançados, além de seriados para a TV, livros e histórias em quadrinhos.
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6:Uma Noite Alucinante 3, de Sam Raimi
“Ash (Bruce Campbell) é enviado para o ano 1300 a.C., por ser considerado o profeta que encontrará o livro dos mortos. No entanto ele é capturado por ser considerado um espião de um reino rival antes que as pessoas saibam o real foco de sua jornada. Após libertar-se, Ash parte em busca do livro que livrará a população do presente do terror. Ao encontrá-lo ele diz as palavras erradas, de forma que possa retornar ao presente. Só que esta tentativa desperta o exército dos mortos. Um verdadeiro clássico do terror trash pastelão.”

7:Feitiço do Tempo
Outro clássico que mistura viagens no tempo e humor é Feitiço do Tempo, de 1993. Dirigido e roteirizado por Harold Ramis, a obra conta com as atuações de Bill Murray, Andie MacDowell e Chris Elliot, contando com pinceladas de comédia romântica e fantasia. Aqui não há uma viagem no tempo propriamente dita, mas sim uma espécie de prisão temporal. O repórter Phil Connors (Murray) vai cobrir um evento em uma cidade do interior e fica preso em um único dia. Ao acordar no que deveria ser o dia seguinte, os eventos do dia anterior se repetem por inúmeras vezes. Não há aqui nenhuma dose de ficção científica, tampouco qualquer tentativa de explicar o acontecido. Contudo, a forma como Connors explora as possibilidades abertas por viver sempre no mesmo dia é o grande destaque da obra, que trabalha muito bem o processo de autoconhecimento do personagem.
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8:Os Doze Macacos
Dirigido pelo mestre da fantasia, do humor e da ficção científica, Terry Gilliam, Os Doze Macacos traz um trio de respeito como protagonistas — Bruce Willis, Madeleine Stowe e Brad Pitt — e apresenta uma das principais obras cinematográficas envolvendo ação e viagem no tempo. Na trama, acompanhamos o viajante no tempo James Cole (Willis), que volta do futuro para colher algumas informações sobre um vírus mortal que dizimou a maior parte da humanidade. No passado, Cole conhece a psiquiatra Kathryn Railly (Stowe) e é mandado a um hospício, onde conhece Jeffrey Goines (Pitt). A relação do sujeito do futuro com as pessoas do passado acaba gerando uma série de acontecimentos decisivos na vida de cada personagem. Pitadas de crítica social, direção impecável e uma história muito bem contata, traduzida na tela por meio de belíssimas atuações, fazem de Os Doze Macacos um dos grandes clássicos de ficção científica das últimas décadas. Para complementar tudo o que se vê na tela, a trilha sonora, sob a responsabilidade de Paul Buckmaster, também é belíssima.
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 9:Primer

Uma boa mistura de filosofia e ficção científica, Primer trata da descoberta acidental de uma forma de viajar no tempo. O filme foi dirigido e roteirizado por Shane Carruth, que também atua na produção, e tem caráter bastante experimental, tendo custado cerca de US$ 7 mil para ser realizado. Aaron (Shane Carruth) e Abe (David Sullivan) são dois engenheiros trabalhando em diversas experiências científicas em uma garagem. Quando eles colocam em prática um dispositivo que pretende reduzir o peso de um objeto, acabam descobrindo algo incrível por acidente. O filme se destacou não somente pelo baixo orçamento, mas especialmente pela abordagem dada aos temas científicos densos dos quais ele trata. Isso é feito de maneira até certo ponto leve e realista, criando assim uma das grandes surpresas do gênero de ficção científica das últimas décadas.
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10. Looper –

 Assassinos do Futuro A última dica desta lista é Looper – Assassinos do Futuro, filme de 2012 escrito e dirigido por Rian Johnson. O filme é estrelado por Bruce Willis e Joseph Gordon-Levitt, que interpretam o mesmo personagem no futuro e no presente, respectivamente. A obra conta ainda com atuações de Paul Dano, Jeff Daniels, entre outros. A trama é focada em Joe (Gordon-Levitt/Willis), um mercenário responsável por assassinar pessoas enviadas do futuro. Tudo vai bem até que um dia a pessoa enviada para a mira de Joe é ninguém menos do que ele mesmo. Sua versão mais velha consegue escapar e isso cria uma série de problemas, colocando inclusive as duas versões do mercenário para caçar uma à outra. O filme foi muito bem recebido pela crítica e pelo público. Ele conta com um ótimo trabalho de produção, especialmente na maquiagem, e exibe uma história que dosa bem ação e ficção científica. As atuações também merecem elogios, complementando essa excelente produção.
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